Diadema intensifica ações contra o mosquito aedes aegypti

Foto: Ronaldo Lima / Divulgação

O prefeito de Diadema e o secretário de Saúde participaram nesta segunda-feira (18), do mutirão para combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus. Com o slogan “Eu protejo minha família – Aqui em casa o mosquito não nasce”, a ação pretende sensibilizar os moradores para colaborar com a prevenção da doença. 


 Até o dia 28 de janeiro, a Prefeitura de Diadema realizará mutirões para combater a proliferação do mosquito. O primeiro dia de ação (15) foi nos bairros atendidos pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS) São José, Nova Conquista e Piraporinha. Hoje a atividade foi nas regiões das UBSs Nogueira, Casa Grande e Promissão. 

Durante todos os mutirões, mais de 300 agentes da dengue junto com os agentes comunitários da Unidade participante vão tirar as dúvidas da população e remover potenciais criadouros do mosquito. A população ainda receberá um folheto com as tarefas diárias e semanais para evitar a presença do mosquito em casas e estabelecimentos. 

A principal medida é evitar água limpa e parada, seguindo como jogar potes, garrafas e outros objetos que possam acumular água; retirar água parada de lajes e outros locais da casa; limpar calhas e canos que escoam água; manter totalmente fechada a caixa d’água; e fechar toneis, barris e baldes de armazenamento de água. 

 De acordo com o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), para executar as tarefas, é preciso cerca de 10 minutos por semana. “Esse é um tempo pequeno e que podemos fazer algo importante por nós, nossa família e nosso bairro também. Seguindo as orientações e pedindo para os vizinhos fazerem também, será possível diminuir o risco de dengue, zika vírus e muitas doenças na cidade”, explicou a médica veterinária e coordenadora do CCZ, Carla Cruz. 

 A doença - Os principais sintomas da dengue são semelhantes aos do começo de uma gripe, ou seja, febre e dor de cabeça, no corpo, em articulações e atrás dos olhos, fraqueza e falta de apetite. Em alguns casos, o doente pode apresentar manchas pelo corpo, náuseas, vômitos e sangramentos. 

Caso tenha alguns dos sinais, é importante procurar um serviço de saúde, tomar bastante líquido e não fazer uso de medicamentos a base de ácido acetilsalicílico (AAS). Ao ser atendido, o médico que suspeitar da doença notifica o Serviço de Epidemiologia e Controle de Doenças (ECD) que dará sequência às ações de controle do mosquito na área de provável infecção e/ou moradia do doente, além de fazer a busca ativa de novos casos. (Keila Macedo e Renata Nascimento)

 Serviço: Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Diadema Rua Ipoá, 114 - Jardim Iamberê Tel.: 0800 77 10 963

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